Sobre a Keylla
Keylla é uma autora cabo-verdiana, criadora do universo BLAZE e facilitadora de reconexão interior. Através das suas criações, transforma partes da própria jornada em espaços que convidam outras mulheres a fazer uma pausa e regressarem à sua verdadeira essência.
A Keylla não partilha como quem tem todas as respostas. Partilha e cria enquanto percorre a sua própria caminhada. Um convite para cada mulher olhar para dentro, escutar a própria voz e encontrar o seu caminho.
Da minha história nasceu a BLAZE
Eu sou Keyla Furtado.
É o nome que recebi ao nascer e que carrega a minha história, as minhas raízes e tudo o que vivi até aqui. Sou mãe, tenho interesses e criações que vão além da BLAZE, e quero continuar a partilhá-los, porque essa também sou eu.
Não sou só isto ou só aquilo. Sou um todo, com muitas formas de viver e de me expressar. Talvez reconheças isso em ti também: há mais em nós do que uma única forma de ser.
Foi em mim que a BLAZE se acendeu. Escolhi o nome Keylla Blaze para dar voz a essa chama e ao universo criativo que nasceu dela. Não me tornei outra pessoa. Dei mais espaço a quem sou.
A BLAZE nasceu de um fogo que quase se apagou. Da dor que calei, das partes de mim que fui deixando pelo caminho e da necessidade de regressar à minha essência. Mais inteira, mais consciente e mais próxima da mulher que sinto que nasci para ser.
Houve um momento em que precisei de dizer «chega» ao que me apagava: aos padrões, aos medos, às histórias e às versões de mim que já não queria continuar a carregar.
Mas descobri que o fogo não serve apenas para queimar.
Também aquece. Ilumina. Transforma. Reacende.
E talvez seja isso que melhor explica o que BLAZE significa para mim.
Aproxima-me de mim. Coloca-me em movimento quando preciso de avançar, mas também me ensina a parar. A ouvir-me. A tratar-me com mais gentileza. A reconhecer a minha força sem negar a minha vulnerabilidade.
Com o tempo, aquilo que começou como um caminho profundamente pessoal encontrou novas formas de expressão.
Foi assim que a BLAZE começou a ganhar forma.
Não para te dizer quem deves ser.
Não para te oferecer respostas prontas.
Mas para ser uma faísca.
Um convite para abrandares o ruído, ouvires os teus próprios sussurros e encontrares o teu caminho de volta a ti.

