Momentos BLAZE: dar espaço à vida que queremos viver
Há coisas que queremos fazer há meses.
Talvez há anos.
Ler aquele livro sem olhar para o relógio. Voltar a escrever. Pintar sem precisar de saber pintar. Caminhar sem destino. Ir ver uma peça de teatro. Dançar. Ver o pôr do sol com um copo na mão e uma conversa que não precisa de acabar depressa.
E, no entanto, a vida vai acontecendo.
Há trabalho. Há responsabilidades. Há coisas para resolver. Há pessoas que precisam de nós. Há listas que nunca parecem terminar.
E muitas vezes aquilo que nos dá prazer, curiosidade, descanso ou simplesmente nos faz sentir mais vivas fica para depois.
Foi também daí que nasceram os Momentos BLAZE.
Nem todos os momentos precisam de ser grandes
Quando penso num Momento BLAZE, não penso necessariamente em algo extraordinário.
Às vezes é exatamente o contrário.
É acender uma vela ao fim do dia.
Colocar uma música que muda o ambiente da casa.
Vestir uma roupa confortável, abrir um caderno e escrever algumas páginas sem saber muito bem onde aquilo vai dar.
É pegar num livro.
Nas cores.
Sentar em silêncio.
Fazer uma chávena de chá e ficar ali durante algum tempo sem sentir que precisamos de estar constantemente a produzir, resolver ou avançar.
São pequenos espaços que criamos dentro da nossa própria vida para voltarmos a nós mesmos.
E penso que é precisamente por serem tão simples que tantas vezes os adiamos.
Porque pensamos que haverá tempo depois.
Quando terminarmos isso ou aquilo.
Quando a semana estiver mais calma.
Quando tivermos menos coisas para fazer.
Mas a vida raramente nos entrega espontaneamente esse espaço.
Muitas vezes temos de escolher.
Um Momento BLAZE também pode acontecer com outras pessoas
Durante muito tempo, a ideia de reconexão pareceu-me associada sobretudo ao silêncio, à introspecção e aos momentos que vivemos sozinhas.
E continuo a acreditar profundamente nesses espaços.
Mas também comecei a perceber outra coisa:
Há partes de nós que despertam quando estamos com outras pessoas.
Numa conversa à volta de uma mesa.
Numa caminhada.
Quando estamos num concerto e cantamos uma música que conhecemos de cor.
Quando dançamos sem pensar demasiado em quem está a olhar.
Quando descobrimos um lugar novo.
Quando rimos. Quando criamos alguma coisa juntas. Quando partilhamos uma experiência e, por algumas horas, saímos da rotina habitual das nossas vidas.
Reconexão não precisa de significar estar sempre em silêncio.
Também pode ser música, dança, curiosidade, prazer, aventura e descanso.
Uma conversa inesperadamente profunda.
Ou simplesmente um daqueles momentos em que pensamos:
eu precisava disto.
Quero que a BLAZE seja um refúgio vivo
Quando comecei a imaginar a BLAZE, nunca quis construir um espaço onde tivéssemos de estar permanentemente a analisar-nos.
Não quero que tudo tenha de se transformar numa grande descoberta interior.
Às vezes precisamos de refletir.
Outras vezes precisamos apenas de viver.
Por isso gosto cada vez mais da ideia da BLAZE como um refúgio vivo, em movimento.
Um lugar onde pode existir uma noite de journaling e, noutro momento, uma caminhada na natureza.
Onde podemos sentar-nos em silêncio, mas também ir ao teatro.
Criar alguma coisa com as mãos.
Dançar.
Assistir a um concerto.
Descobrir um lugar novo.
Ou brindar ao pôr do sol.
Porque somos feitas de muitas partes.
Somos um mar de possibilidades. Há em nós fogo para criar, descobrir, descansar, aventurar-nos e experimentar diferentes formas de estar vivas.
Há dias em que precisamos de recolhimento.
E há dias em que precisamos de sair e VIVER o mundo.
A reconexão interior também é aprendermos a reconhecer aquilo de que precisamos em cada momento — em vez de tentarmos viver sempre da mesma maneira.
E se começássemos a fazer algumas das coisas que estamos sempre a deixar para depois?
Esta pergunta não tem saído da minha cabeça.
Quantas coisas dizemos que gostaríamos de fazer, mas continuamos a adiar?
Não necessariamente porque são impossíveis.
Mas porque nunca parecem suficientemente urgentes.
E assim passam semanas.
Meses.
Anos.
Os Momentos BLAZE também nascem dessa vontade de criar espaço intencionalmente para aquilo que queremos viver.
Não esperar sempre pela ocasião perfeita.
Criar a ocasião.
Sozinhas ou acompanhadas.
Pode ser reservar uma manhã para escrever, comprar um bilhete para aquele espetáculo, combinar uma caminhada ou experimentar alguma coisa pela primeira vez.
Ou simplesmente permitir-nos viver uma parte de nós que tem estado esquecida entre todas as outras coisas.
Não para transformar a vida numa sucessão de experiências extraordinárias.
Mas para não nos esquecermos de estar nela.
O Primeiro Encontro BLAZE — USA
E é precisamente aqui que começa a nascer uma ideia que me entusiasma muito.
E se, pela primeira vez, vivêssemos alguns destes Momentos BLAZE juntas?
Estou a imaginar um primeiro encontro BLAZE nos Estados Unidos.
Uns dias em que possamos abrandar, conversar à volta da mesa, criar, descansar, dançar, explorar a natureza e partilhar momentos.
Um espaço onde possa existir profundidade sem que tudo tenha de ser profundo.
Onde possamos conversar sobre a vida e também rir.
Onde haja momentos de pausa e momentos de movimento.
Onde possamos simplesmente experimentar o que acontece quando damos a nós próprias permissão para sair um pouco da rotina e VIVER.
Mas quero deixar isto muito claro:
a experiência ainda está a ser desenhada.
Neste momento não existem datas, duração, localização ou preço definidos.
Antes de fechar essas decisões, quero ouvir quem sente vontade de fazer parte desta primeira experiência.
Quero perceber o que imaginam.
O que procuram.
O que vos faria sentido viver.
Que disponibilidade teriam.
E também perceber se esta chama que começou como uma ideia minha acende alguma coisa desse lado.
Por isso criei um formulário de manifestação de interesse.
Preenchê-lo não significa que estás a assumir qualquer compromisso de participação.
É simplesmente uma forma de me dizeres:
“Esta ideia interessa-me. Quero saber mais.”
E de me ajudares a imaginar esta experiência não apenas a partir daquilo que eu gostaria de criar, mas também a partir das pessoas que poderão vir a vivê-la comigo.
E tudo pode começar assim
Há momentos que começam com uma decisão muito pequena.
Talvez os Momentos BLAZE sejam isso:
pequenas e grandes formas de nos lembrarmos de que a nossa vida não é apenas aquilo que temos de fazer.
Também é aquilo que escolhemos viver.
E eu quero criar mais espaço para isso — dentro da BLAZE, dentro da minha vida e, quem sabe, também dentro da tua.
Se queres saber mais sobre o Primeiro Encontro BLAZE — USA, preenche o formulário de interesse abaixo.
Quero conhecer as tuas expectativas e perceber que possibilidades existem para construirmos este primeiro encontro.
Preencher o formulário é apenas uma manifestação de interesse e não implica qualquer compromisso de participação.

